Episódio 1
A Cabana!
Já era Tarde! Em uma pequena lanchonete na Estrada de Reinton, Noroeste da Capital, Onde trabalhava Jonathan, um jovem de cabelo castanhos, pele branca, magro, de um metro e oitenta mais ou menos de altura, tinha 17 anos e nove meses de idade, quando já entediado ouvia de um bêbado, que aparentava ter uns trinta anos de idade,baixo de cabelo despenteado que tomava seu tempo, ás três da manhã, já tinha bebido umas seis garrafas de cervejas,e olhando nos seus olhos fez uma pergunta:
- Você já sentiu vontade de se matar garoto? - Já se se sentiu só nesse mundo? - Sem ter motivo de viver?
Um silêncio invadiu e foi nesse momento que John sorriu e se lembrou de tudo oque se viveu até o exato momento, era apenas 17 anos, mas sua vida já tinha passado por vários momentos que o fez lembrar de quando tinha apenas sete anos, morava a poucos km da Capital, com o pai. A sua mãe tinha morrido quando tinha cinco anos de acidente de carro e seu pai trabalhava o dia todo, e o deixava na casa de sua tia parte de pai. A tia Natália, tinha aproximadamente trinta anos, cabelos cacheados, e bem carismática, chamava-o de pequeno John, ela não tinha filho e tinha se casado a pouco tempo com Charles que não gostava do moleque. Tio Charles era aposentado e odiava crianças, antes trabalhava em uma oficina e perdera um filho com sua antiga mulher, talvez era a rezão de tratar o Jonathan sempre mal.
Era manhã de Sábado, quando o pai de Jonathan, Paulo, teve que viajar á negócios e o deixou na Tia Natália como sempre. John já era acostumado com essa rotina. Na semana passava o dia todo na escola e o final de semana na casa da sua tia. Era uma casa simples, mas bem familiar, pois ali passava parte de sua infância. Seu passatempo favorito era a televisão, apesar de não gostar muito, era oque fazia o tempo passar mais rápido. Oque gostava mais de fazer era ficar com seu pai que pouco podia. Seu pai dedicava sua vida ao trabalho. Desde que Márcia, a mãe de John morreu, seu pai acabou se dedicando inteiramente ao trabalho, Assim tinha pouco tempo para John.
Já era oito da manhã quando sua tia chegou da do supermercado. Era de seu costume ir todo sábado bem cedo. Quando avistou o menino no sofá.
- Quer brincar lá fora? Sugeriu sua tia.
- Não, tia! Disse o garoto fixado na televisão.
- Mas o Tony venho para brincar com você. Insistiu ela.
- Não quero! Tony era o único menino do bairro que chamava Jonathan pra brincar. Por mais que ele queria, mas sentia um vazio grande em seu peito. Uma solidão, sentia falta da sua mãe, a falta do pai, coisa que ninguém podia ocupar . De tanto sua tia insistir ele acabou aceitando.
Tony era de uma família muito pobre. Seu pai trabalhava em uma pequena empresa de construção e sua mãe era dona de casa. Tony era um menino bem doce, que não tinha nenhum amigo a não ser Jonathan. Eles, mesmos que não se falavam muito mas tinha muitas aventuras, como uma vez que foram para o passeio da escola e se perderam, era imenso o museu, quando perceberam estavam sozinhos, perdidos no meio da multidão, era tão bom lembrar desse momento, que os tornavam melhores amigos. A casa da tia Natália ficava em uma pequena vila cercada por uma longa floresta onde eles podiam caminhar bastante. Tony era mais novo, com seis anos de idade porém era o mais corajoso. Caminhado naquele sábado eles sentaram em uma pedra perto do lado, e Tony perguntou:
-Vamos brincar de pega pega?
- Não!. Era a palavra preferida de John. Tony desenhava na areia, olhou para John e peguntou:
- Você tem muitos amigos?
- Não! - E oque você gosta de fazer? Continuou Tony. John era muito quieto porque pensava muito. Pensava sobre tudo, Acreditava que seria algo importante para o mundo, o novo einstein talvez, só que parecia frágil, tirava péssimas notas nas escola. Pensava em sua vida olhando para baixo. Quando um grupos de meninos passaram por ali.
-Oi Jonathan! Falou um deles. Eles andavam em cinco. O Marcos que era o mais gordo, pele morena, da mesma idade de John e tinha uma cicatriz na testa, ele dizia que tinha herdado da mãe. O pais se separam a pouco tempo. Seu irmão Sérgio,Tião, lucas e Otávio que rondava a floresta. Diziam se dono de lá. Tião e Lucas eram irmãos, era filho do maior fazendeiro da região. E Otávio morava na esquina da casa da tia Natália. Eles estudavam na mesma escola, menos Tony que os pais não tinha condições de pagar uma particular.
- Ola! respondeu Jonathan.
Eles ignoravam Tony. o achava muito marica. Mas Jonathan o defendia quando necessário. Apesar de tudo era seu melhor amigo. Não era oque ele mais queria, mas não tinha como negar que podia contar com ele para qualquer coisa que precisava.
- Tá afim de dá um rolé? Perguntou marcos para John.
- Não, estou de boa! Responde John como não queria nada. Marcos comentou algo com Tião e foram embora. Foi quando Tony viu um veado e disse:
-Olha John!.
John olhou rápido e não viu nada e disse:
- Que foi?
-Um veado.
-Onde? falou John entusiasmado.
-Ela sumiu.
Tony correu na direção onde ele disse que tinha visto o veado e John se espantou.
-Vai aonde? Ei, espere.
Tony corria e John o seguia sem saber o porquê. Ambos acabaram achando uma cabana. Já estava escurecendo por volta das cinco da tarde e o frio já começava. Eles pararam atônicos sem saber oque fazer, quando Tony se aproximava aos poucos.
- Não! exclamou John pulando na frente de Tony. - Deveríamos voltar para casa. Concluiu John.
-Mas vai ser legal!
-Não! não vai ser.
-Você está com medo né John?
-Não. Vamos embora, está escurecendo. Voltamos outra amanhã.
Tony olhou para John e para cabana e disse quase chorando:
-Você é chato viu. Está bom.
No dia seguinte John nem lembrava mais, era como um dia qualquer. acordou e foi assistir televisão. Quando sua tia o incomodou.
-Vai tomar café menino. Daqui a pouco Tony vai vim para brincar com você.
Como John estudava á tarde o que dava tempo de sair para brincar de manhã. Foi ai que ele lembrou da Cabana!
Episódio 2
Episódio 3
-Acorda John!
Já era seis da manhã quando chegou a hora de ir para casa. John pegava dois ônibus para voltar para casa, e normalmente dormia neles de volta para casa. Morava sozinho desde que seu pai ficou doente em umas de suas viajem. Visitava seu pai sempre as segundas e sextas as nove da manhã.
(...)